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sexta-feira, 10 de abril de 2015

AVISO!

Caros leitores e seguidores,

A partir de agora eu não farei mais publicações neste blog e gradativamente seu conteúdo relevante será transferido para o meu site www.claudiocercachim.com

Agradeço as curtidas, comentários e apoio. Aguardo sua visita no meu novo endereço.

Abraços!

Claudio Cercachim

terça-feira, 31 de março de 2015

Crise e oportunidade

O ano de 2015 promete: desdobramentos da Operação Lava Jato, inflação acima da meta, previsão de PIB negativo, recessão, alta dos juros e do câmbio, queda da confiança nos governos e tantas outras crises que causam fortes preocupações na população e no meio empresarial.
Estamos diante de um cenário muito diferente dos últimos anos e isso nos impõe uma revisão das estratégias. Traçados novos planos e metas, é preciso envolver e comprometer os funcionários. Imaginem se o desânimo toma conta do ambiente de trabalho. O que será dos clientes?
Ao longo da minha carreira vivenciei crises, reestruturações, fusões, aquisições, abertura e encerramento de unidades de negócios. Em todas elas, os melhores resultados aconteceram quando as pessoas foram envolvidas e participaram das soluções.
Vale lembrar e aprender com os orientais que é no interior das crises que podemos encontrar grandes oportunidades.
Mais informações sobre o meu trabalho acesse o site:

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Os 10 termos mais usados no linkedin

Segundo matéria do jornal Folha de S.Paulo sobre perfis profissionais no linkedin, os latinos em geral, enfocam demais suas funções no trabalho e pouco os resultados alcançados. Os 3 termos mais utilizados no perfil dos brasileiros em 2014 foram: 1) Responsável; 2) Estratégico e 3) Criativo.

http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2015/01/1578731-veja-os-10-termos-mais-usados-no-linkedin-no-brasil-e-por-que-evita-los.shtml

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ambição

Começo de ano, hora de fazer um balanço do que passou e planejar um novo ciclo. Momento de estabelecer (ou rever) metas pessoais e profissionais. Evoluir é sempre bom, mas respeitando nossos limites e os dos que nos cercam. A leitura do texto abaixo, extraído da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, da autoria de Mario Sergio Cortella, vale como um ponto interessante de reflexão para você que está fazendo seus planos para 2015. Boa leitura.

"É muito importante que se tenha ambição na vida. Mas entendida como uma virtude e não como um vício.

A ambição de querer saber mais, de conhecer mais, de querer uma carreira mais estruturada, uma condição material mais extensa. Isso é ambição, que leva à capacidade de se fazer elevar as coisas que se tem. Nesse sentido, a ambição se diferencia da ganância, que é querer só pra si, a qualquer custo. E é um custo que jamais deve ser pago, porque é eticamente apodrecido.

A ambição movimenta a capacidade de buscar mais e melhor.

O filósofo espanhol Miguel de Unamuno dizia que "quem não sente a ânsia de ser mais, não chegará a ser nada". É preciso ter um projeto, um desejo de elevar-se, de ir adiante, de crescer, não só para si, nem a qualquer custo".


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

2015

O ano de 2015 terá 365 dias e será:
  • 126° ano da Proclamação da República
  • 193° ano da Independência do Brasil
  • 515° ano do Descobrimento do Brasil
  • 523° ano do Descobrimento da América
Não desanime, siga seu caminho com fé, com esperança e um excelente ano a todos!

fonte: Folhinha

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2015 Chegou!

O ano de 2015 terá 365 dias e será:
  • 126° ano da Proclamação da República
  • 193° ano da Independência do Brasil
  • 515° ano do Descobrimento do Brasil
  • 523° ano do Descobrimento da América
Siga seu caminho com fé e esperança, não desanime e um excelente ano a todos!

fonte: Folhinha

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Uma marca chamada Você

Não importa o que você está fazendo hoje, há quatro coisas que você tem que ser

Acabou. Não ha mais vertical. Não ha mais escada. Essa não é a forma como as carreiras funcionam mais. Linearidade está fora. A carreira é agora um tabuleiro de xadrez. Ou até mesmo um labirinto. Está cheio de movimentos que vão para o lado, para a frente, deslizam na diagonal, até mesmo vão para trás quando isso faz sentido. A carreira é um portfólio de projetos que lhe ensina novas habilidades, a adquirir novas competências, o desenvolvimento de novas capacidades, crescer em conjunto com o seu colega de trabalho, e constantemente reinventar-se como uma marca.

À medida em que você alcance o caminho na sua "carreira", lembre-se: a última coisa que você quer fazer é se tornar um gerente. Como "currículo", gerente é um termo obsoleto. É praticamente sinônimo de "beco sem saída". O que você quer são projetos interessantes, mais desafiadores, mais provocantes. Quando você olha para a progressão de uma carreira construída a partir de projetos, direcionalidade não é apenas difícil de controlar - Mas também é totalmente irrelevante.
Em vez de tornar-se um escravo do conceito de carreira, trate de reinventar a si mesmo. Comece por escrever sua própria missão, para orientá-lo como CEO da Você Ltda. O que você gosta? Aprender algo novo? Ganhar reconhecimento por suas habilidades como um técnico? Pastorear novas idéias para o mercado? Qual é a sua definição pessoal de sucesso? Dinheiro? Poder? Fama? Ou fazer o que você ama? No entanto, para voce responder a essas perguntas, procure incansavelmente por oportunidades de trabalho ou projetos que se encaixam em sua missão. E reveja essa missão a cada seis meses para se certificar de que você ainda acredita que você escreveu.
Não importa o que você está fazendo hoje, há quatro coisas que você tem que ser. Primeiro, você tem que ser um grande parceiro e um colega solidário. Em segundo lugar, você tem que ser um especialista excepcional em algo que tem valor real. Em terceiro lugar, você tem que ser um visionário - um líder perspicaz, um mentor. Em quarto lugar, você tem que ser um empresário - você tem que ser obcecado por resultados pragmáticos.
É simples: você é uma marca. Você está no comando de sua marca. Não há um caminho único para o sucesso. E não há um caminho certo para criar a marca chamada você. Comece hoje!
Fonte:http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/uma-marca-chamada-voce/81838/

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A molécula da moralidade

Neste livro o autor, Paul Zak, procura mostrar que uma molécula pode influenciar o comportamento de uma pessoa pela sua moral. A molécula é a oxitocina, um hormônio conhecido principalmente por ser produzido em maiores quantidades pelas mulheres no momento do parto e durante a amamentação. Essa substância seria um dos responsáveis pelos comportamentos considerados moralmente aprováveis, por sentimentos como compaixão, confiança, dentre outros. O autor visa explorar a influência da oxitocina nas pessoas, nos relacionamentos pessoais e, finalmente, na sociedade como um todo. Explica que tal substância não é o único fator decisivo em comportamentos íntegros e mostra que ela é um elemento que não apenas ajuda a definir a moral, mas que interage com outros fatores como religião e economia. Ressalta, ainda, que a produção dessa substância é estimulada por atitudes de confiança e isso gera um ciclo virtuoso de condutas estimuladas pela 'molécula da moralidade'.

Paul Zak proferiu palestra sobre o tema ontem na Feira de Gestão 2014 da FAE.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

27 de Agosto - Dia Nacional do Psicólogo

O Dia Nacional do Psicólogo, surgiu no Brasil a partir da regulamentação da profissão pela Lei nº 4119, em 27 de agosto de 1962, que também dispõe sobre os cursos de formação em Psicologia.

Assista o debate promovido pelo Conselho Federal de Psicologia sobre "O papel do(a) psicólogo(a) no mundo contemporâneo - Família, Sociedade e Trabalho"

https://www.youtube.com/watch?v=tYe0g5wP2P0

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Resumo do livro "Execução - A Disciplina para Atingir Resultados"


Sobre os Autores

Larry Bossidy: teve uma longa e excepcional carreira na General Eletric e transformou a AlliedSignal em uma das empresas mais admiradas do mundo. Eleito CEO do ano em 1998 pela Chief Magazine.

Ram Charan: consultor de negócios altamente conceituado entre CEOs e executivos de alto escalão. Autor de vários livros e foi professor na Harvard Business School e na Kellog School. 

Capítulos

·         Introdução

·         Parte 1 – Por que é Necessário Saber Executar

·         Parte 2 – Os Elementos da Execução

·         Parte 3 – Os Três Processos-Chave da Execução

·         Conclusão – Carta Para uma Jovem Líder 

O livro “Execução – A Disciplina para Atingir Resultados” de Larry Bossidy e Ram Charan trata de um tema comum nas organizações: planos estratégicos brilhantemente desenvolvidos não conseguem ser implementados corretamente e trazer os resultados propostos. A partir desta constatação e através de exemplos de grandes empresas globais os autores apontam os caminhos para a Execução – uma disciplina para mesclar estratégia e realidade.




Introdução

·         Estabelecer a disciplina de execução é a atividade mais importante de um líder.

·         Estabelecê-la é difícil mas perdê-la é fácil.

·         De nada adianta pessoas que trabalham muito e são brilhantes mas que não são eficazes e não honram seus compromissos.

·         Todas as empresas possuem processos de Estratégia, Pessoal e Operações.

·         Porém poucas administram esses processos em profundidade e sinergia e obtém resultados significativos.

·         Muitas vezes esses processos-chave estão descolados da realidade diária do negócio ou não se integram entre si.

·         Antigamente as empresas escapavam de sua incompetência executiva pedindo paciência. “A conjuntura está complicada”, etc. Mas a conjuntura está sempre complicada e o sucesso não é mais medido ao longo dos anos. A execução agora é testada trimestralmente.

·         Atualmente, a diferença entre uma empresa e sua concorrente é cada vez mais a habilidade de executar.

·         Líderes enfatizam muito a estratégia de alto nível, conceitual, intelectualizando e filosofando, e não propriamente a implementação, o “como”.

·         Estratégia é commodity. Qualquer grande empresa pode ter acesso às grandes consultorias.

·         O problema é que as pessoas pensam a execução como o lado tático do negócio, algo que os líderes delegam para se concentrar em algo mais importante.

·         Isso é um erro. O líder deve estar profundamente envolvido na tarefa de execução.

·         Execução é um conjunto de específico de comportamentos e técnicas que as empresas precisam dominar para terem vantagem competitiva. É uma disciplina por si só.

·         Os líderes em uma cultura de execução elaboram estratégias que são mais roteiros do que fórmulas rígidas endeusadas em grandes livros de planejamento.

·         São estratégias criadas para serem implementadas.




1 – Por que é Necessário Saber Executar

·         Empresas que deveriam ter se saído bem (2002): Aetna, AT&T, British Airways, Campbell Soup, Compaq, Gillette, HP, Kodak, Lucent Technologies, Motorola, Xerox, etc.

·         Empresas que se saíram bem: GE (Jack Welch), Dell, EDS, AlliedSignal, Nokia.

·         Quando as empresas não cumprem suas promessas o CEO atribui o fato à estratégia errada. Porém, as estratégias dão errado mais frequentemente porque não são bem executadas.

·         A menos que você traduza as grandes ideias em passos concretos para ação, elas são inúteis.

·         Necessário testar o conceito. Execução!

·         Nenhuma empresa pode honrar seus compromissos se seus líderes não praticarem a disciplina de execução em todos os níveis.

·         Diálogo é o cerne da cultura. O modo como as pessoas falam umas com as outras mostra como a organização funciona (formal x informal).

·         Meritocracia é crucial. A Execução deverá estar embutida no sistema de remuneração e bonificação.

·         A Lacuna que Ninguém Conhece.

·         Execução deve ser um elemento-chave na cultura da empresa.

·         Execução é uma forma de expor a realidade da empresa e agir sobre ela (Diálogo Consistente).

·         Execução não é tática, mas as táticas são parte central da execução.

·         Comos, O ques e Quems (Responsabilidade das pessoas sobre os resultados).

·         Porém, gerenciar os detalhes é um grande erro (diminui autoconfiança, iniciativa, criatividade, etc.).

·         O envolvimento do líder deve ser delegar as tarefas e fazer follow up.

·         MBWA - Management By Walking Around.

·         Porém sair do conceito para os detalhes fundamentais é um longo caminho!

·         Os líderes normalmente são pessoas tomadas pela motivação intelectual de cada nova ideia.

·         São conceituadores articulados.

·         Mas, não estão interessados em como fazer acontecer.

·         Muitos não compreendem o que precisa ser feito para converter uma visão em tarefas específicas, pois seu pensamento de alto nível é muito amplo.

·         Eles não cristalizam o pensamento ou preveem os obstáculos.

·         Não sabem como escolher as pessoas com habilidade para executar.

·         Sua falta de envolvimento os priva de um julgamento consistente sobre as pessoas, o que só se adquire com a prática.

·         A Diferença na Execução.




2 – Os Elementos da Execução 

Elemento 1 – Os sete comportamentos essenciais do líder 

Conheça seu pessoal e sua empresa

·         Os líderes não estão onde a ação está. Não tem contato com a situação competitiva real e não estabelecem relacionamentos pessoais, que geram comprometimento e responsabilidade.

Insista no realismo

·         O realismo torna a vida desconfortável pois faz com que as pessoas encarem seus pontos fortes e principalmente seus pontos fracos e dificuldades.

Estabeleça metas e prioridades claras

·         Líderes que executam se concentram em algumas poucas prioridades claras que todos podem entender. Simplicidade em busca do senso comum.

·         Pessoas precisam de um pequeno número de prioridades (3-4) para obterem resultado

Conclua o que foi planejado

·         Metas claras e simples não significam nada se ninguém as levar a sério.

·         Pessoas devem ser responsabilizadas pelo resultado.

Recompense quem faz

·         Se você quer que as pessoas produzam resultados específicos, precisa recompensá-las a altura.

·         Incentivos e Respeito baseados no desempenho.

Amplie as habilidades das pessoas pela orientação

·         Uma das partes mais importantes do trabalho do líder é passar seu conhecimento e experiência para a próxima geração de líderes.

·         Observar em ação e dar feedback qualificado, franco e sincero.

·         Arte de Questionar: Fazer as perguntas certas força as pessoas a pensar, descobrir e buscar soluções. Trás a realidade à tona.

Conheça a si próprio

·         Firmeza Emocional: Aceitar pontos de vista opostos, encorajar e aceitar desafios, compreender e lidar com seus pontos fracos ser firme para tomar decisões sobre pessoas que não estão desempenhando bem. 

Elemento 2 – Criando o modelo para a mudança cultural 

·         Hardware (Estrutura, Estratégia) x Software (Crenças e Comportamentos).

·         Software Social da Execução = Cultura.

·         Mecanismos Operacionais Sociais = Ferramentas e dinâmicas de interação. WEB 2.0.

·         A maioria das iniciativas de mudança cultural fracassa pois não está ligada à melhoria dos resultados da empresa.

·         Premissa Básica:

1. Deixar claro os resultados desejados.

2. Discutir a forma de obter esses resultados (orientação).

3. Recompensa, orientação, punição, demissão.

·         Cultura = Valores + Crenças + Normas de Comportamento.

·         Deve-se focar na mudança das crenças sobre a empresa, negócio, contexto, etc. e nos comportamentos decorrentes.

·         Atrelar incentivos ao desempenho e torná-los transparentes é a base para a mudança.

·         Diálogo Consistente: Realidade através de Abertura, Franqueza e Informalidade.

·         Verdade acima da Harmonia.

·         A Cultura da empresa é o comportamento de seus líderes. 

Elemento 3 – O trabalho que nenhum líder deve delegar - ter as pessoas certas no lugar certo 

O trabalho que nenhum líder deve delegar

·         A qualidade das pessoas é o fator de maior vantagem competitiva sustentável.

·         Nas empresas que obtém sucesso, os líderes se concentram incansavelmente na seleção de pessoal.

·         Larry Bossidy concentrava 30-40% do seu tempo nos processos de pessoal. Contratar, propiciar as experiências certas e desenvolver líderes.

Por que as pessoas certas não estão nos cargos certos

·         Falta de Conhecimento: Exigências do cargo e critérios inegociáveis de seleção.

·         Falta de Coragem: Confrontar a pessoa que tem mau desempenho. Se aquele que tem mau desempenho ocupa um cargo suficientemente alto na organização, pode destruí-la.

·         Conforto Psicológico: Muitos cargos estão preenchidos com as pessoas erradas porque os líderes que as promovem se sentem bem com elas.

·         Resultado: Falta de Comprometimento Pessoal.

Que tipo de pessoa você está procurando?

·         Os critérios de avaliação de CEOs para contratação são visão, estratégia e capacidade de inspiração

·         Avaliar a capacidade de executar é complicado pelos modelos tradicionais de seleção

·         Perfil:

o   Líderes que energizam as pessoas.

o   Determinados em relação à decisões difíceis.

o   Conseguem que as coisas aconteçam por meio de outras pessoas.

o   Acompanham tudo até o fim.

o   Orientam e dão feedback.




3 – Os 3 Processos Chave da Execução – Pessoal, Estratégias e Operações 

Pessoal – Unindo Estratégia e Operações 

Qual o objetivo do processo?

·         Avaliar as pessoas de forma precisa e profunda.

·         Fornecer um modelo para identificar e desenvolver os talentos em termos de liderança.

·         Preencher o pipeline de liderança como base de um plano sólido de sucessão.

·         Uma das maiores falhas do processo de pessoal tradicional é que ele olha para trás em vez de olhar para frente. Necessário avaliar as pessoas que poderão executar o trabalho de amanhã.

·         Identificar a pessoa certa para o trabalho certo as vezes significa substituir uma pessoa de excelente desempenho por uma pessoa que está mais bem preparada para levar o negócio para um nível acima.

Elemento 1 – Ligar as Pessoas à Estratégia e às Operações

·         Ligar o processo de pessoal ao plano estratégico e seus marcos de curto, médio e longo prazos e à meta do plano operacional, incluindo metas financeiras específicas

·         Desenvolver um pool de liderança através da melhoria contínua, profundidade na sucessão e redução do risco de retenção.

·         Decidir o que fazer com os que têm mal desempenho

·         Mudar a missão e as operações de RH

·         Ligar o processo de pessoal aos marcos estratégicos de curto, médio e longo prazo.

·         Concentração na mudança do mix de habilidades que serão necessárias para a nova proposta de venda de soluções. Quais habilidades se tornarão obsoletas? Quanto lead time será necessário para contratar novos talentos?

·         Ferramentas:

o   Resumo da Avaliação da Liderança (Desempenho x Comportamento)

o   Resumo de Melhoria Contínua (Direcionadores para Evolução de Habilidades)

Elemento 2 – Desenvolver um Pool de Liderança através da Melhoria Contínua

·         Riscos evitados pela identificação de pessoas de alto potencial na organização: Inércia Organizacional (mesmo trabalho por muito tempo) e Promoção Excessivamente Rápida (Falta de Experiência).

·         Cuidado com os trade-offs feitos no dia-a-dia em função da realidade econômica e urgências.

·         Avaliação de Talentos na Honeywell: principais executivos analisam os demais levantando pontos positivos e negativos e endereçando tarefas de detalhamento técnico, buscando um diagnóstico consensual a partir dos diversos pontos de vista.

·         Nem os principais líderes podem confiar em suas próprias impressões.

Elemento 3 – Ligar com aqueles que têm mau desempenho

·         As pessoas com mau desempenho são essencialmente aquelas que não estão atingindo as metas estabelecidas.

·         São incapazes regularmente de realizar aquilo pelo qual são responsáveis. Ou talvez falham em exercitar a liderança esperada delas numa situação, ou várias outras coisas.

·         Preservar a dignidade das pessoas que deixam a empresa é uma parte importante no que diz respeito a reforçar a natureza positiva da cultura de desempenho.

Elemento 4 – Ligando Recursos Humanos aos Resultados do Negócio

·         Identificação e captação de novos talentos alinhados aos skills necessários ao negócio no curto, médio e longo prazo

·         Se você tem cargos que são fundamentais para a execução da estratégia nos próximos três a cinco anos, precisamos das melhores pessoas ocupando esses cargos. E elas precisam ser identificadas agora!

·         Não há um único sistema: Diálogo Franco é a chave de um processo eficiente de Pessoal 

Estratégia – Unindo Pessoas e Operações 

Qual o objetivo do processo?

·         Um bom processo de planejamento estratégico requer (também) enfoque nos comos da execução da estratégia.

·         Um plano estratégico moderno deve ser um plano de ação no qual os líderes da empresa podem basear-se para atingir seus objetivos.

·         Avaliar constantemente a qualidade das premissas que o plano estratégico depende. Exemplo: capacidade, habilidades, flexibilidade, estrutura, etc.

·         Para ter realismo, você deve ligá-la ao processo de pessoal. Possui as pessoas certas para executar a estratégia? Se não, como você vai consegui-las?

A importância dos “comos”

·         Se uma estratégia não abordar os “comos”, é candidata ao fracasso.

·         Se os elementos de uma estratégia são claramente definidos, até a essência da estratégia mais complexa pode ser expressa em uma página.

·         Estratégia Corporativa (Limites e Recursos) x Estratégia BU (Onde Está, Onde Estará e Como Chegar).

·         Roteiro não totalmente preenchido que lhe dê espaço de manobra.

Quem Desenvolve o Plano

·         Para ser eficaz, uma estratégia tem de ser elaborada e pertencer àqueles que vão executá-la (Líderes dos Negócios e Pessoal de Linha)

·         Processo de Discussão Estratégica x Formalização: Discutir o negócio, o ambiente externo, a concorrência gera energia e consenso e fortalece o processo

Questões para um Plano Estratégico

1. Avaliação do Ambiente Externo: Dados que mostrem a solidez do mercado (tamanho, tendências de crescimento, etc.)

2. Empresa: Meta de participação de mercado

3. Entendimento sobre os clientes e mercados existentes

4. Modelo Estratégico Ideal: perfil das empresas bem sucedidas no mercado de atuação (Benchmark) e análise de FCS

5. Concorrentes: Pontos Fortes e Fracos

6. Objetivos da Empresa (O que quer fazer, onde quer chegar, etc.)

7. Análise Interna: Capacidade de Execução, Principais Problemas,

8. Análise Estratégia: Equilíbrio Curto x Longo Prazo e Marcos Importantes

9. Revisão da Estratégia 

Operações – Unindo Estratégia e Pessoas 

Qual o objetivo do processo?

·         Indicar o caminho para a estratégia e pessoal

·         Empresas que executam: processo operacional consistente, centrado em um plano operacional que ligue estratégia e pessoas a resultados.

·         Decompor os resultados de longo prazo em metas de curto prazo e executar

·         Composto por todos os programas que a empresa irá desenvolver para atingir as metas

·         No plano operacional, o líder é responsável pela supervisão da transição direta da estratégia para operações: estabelecer objetivos, interligar processos, liderar revisões operacionais, realizar os trade-offs operacionais, ensinar as pessoas à executar

Orçamento – Como fazer em 3 dias?

·         Simultaneidade (Top-to-Bottom e Bottom-to-Top Corporativo) x Sequencial

·         Mindset Corporativo Setado Premissas de Mercado

·         Análise 80-20 das Linhas de Orçamento

A Importância da Sincronização

·         Premissas e entendimentos comuns sobre o ambiente externo

·         Prioridades de tarefas da organização sincronizadas para refletir mudanças de premissas

·         Comunicação é chave!

Premissas Confiáveis: a Chave para Estabelecer Metas Realistas

·         Premissas sobre o quadro geral, efeitos sobre o negócio, segmento, linha de oferta, etc.

·         Buscar informações e dados de fato para validar as premissas (clientes, mercado, etc.)

·         Discutir as premissas e fazer trade-offs abertamente em um grupo é uma parte importante do software social

·         Principal: Quem é o cliente? Como ele compra? Quais suas necessidades? Quanto vão durar? O que faz a concorrência? Sua proposta de valor é suficientemente boa? Clientes, Concorrentes, Fornecedores, Canais de Distribuição, Economia, etc.

fonte: http://www.danieldomeneghetti.com.br/resenhas-de-livro/